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PierPlas

De onde surgiu o conceito do píer flutuante PierPlas

03.05.2017
Os custos de tempo e dinheiro são as reclamações mais frequentes informadas pelos usuários de píeres e atracadouros tradicionais, feitos de madeira, bombona (tambores), alumínio ou concreto. Segundo eles, os investimentos envolvidos com a construção, mão-de-obra e manutenção das plataformas acabam se tornando bastante altos ao serem analisados a longo prazo.

Hoje em dia, os órgãos ambientais estão mais rigorosos em relação à construção de píeres, exigindo laudos e relatórios sobre os possíveis impactos ambientais da obra. Querem saber que materiais são utilizados, se são poluentes ou não, se trazem riscos ao ecossistema local, e assim por diante. No caso de uso de bombonas (muito utilizadas para armazenamento de produtos químicos), procuram saber sua procedência.

A própria Marinha intensificou os cuidados com a segurança da navegação e a organização do espaço aquaviário. Ficou mais difícil conseguir autorização para construção de plataformas do tipo “fixas” - que depois de instaladas, não podem ser deslocadas ou alteradas de direção. Esse tipo de plataforma pode obstruir a navegação local se forem mal projetadas.

Por isso, em 2008, lançamos o PierPlas. Uma solução prática, versátil, sustentável e bastante vantajosa em termos de Custo x Benefício. Um produto sem igual no mercado, com engenharia própria e que emprega estabilidade e segurança no apoio náutico.

Que saber mais? Leia o texto em que falamos com mais detalhes sobre as vantagens do píer flutuante PierPlas sobre os píeres de madeira aqui.

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