Entre os dias 8 e 15 de outubro, Düsseldorf recebeu a K 2025, uma das principais feiras internacionais do setor de plásticos e borracha. O evento, realizado a cada três anos, reúne especialistas e empresas de diversos países para apresentar tendências em automação, sustentabilidade, digitalização e inovação industrial.
A NTC participou desta edição com três representantes: o diretor industrial Daniel Teixeira, o coordenador de produção da unidade RS, Altair de Oliveira, e o gerente de produção da unidade MS, Flávio Dal Magro. Durante três dias, o grupo percorreu o evento acompanhando tecnologias e soluções relevantes para a evolução dos processos da empresa.
Para a NTC, estar presente na K 2025 vai além de acompanhar tendências. A participação reforça o investimento no desenvolvimento das pessoas, amplia a visão técnica dos colaboradores e permite identificar, diretamente na fonte, oportunidades de melhoria que contribuem para competitividade e eficiência nos próximos anos.






A experiência de quem esteve lá
Flávio Dal Magro — Gerente de Produção (MS)
Flávio destaca que a viagem já trouxe impacto antes mesmo da feira, especialmente pela forma como a Europa lida com reciclagem e sustentabilidade. Como ele descreve:
“Todas as embalagens colocadas no mercado são fabricadas para cumprir requisitos de reutilização, recuperação e serem recicladas.”
Ao comentar sobre a feira, reforça sua dimensão e organização:
“A Feira K, na chegada, já impressiona pelo tamanho, número de pavilhões, estrutura e organização.”
Sobre os aprendizados técnicos, Flávio resume:
“Temos um bom caminho a percorrer, mas estamos no caminho. A tendência de mercado são as injetoras com IA.”
Ele também cita avanços observados em automação e conectividade:
“Sensores captando pressão, temperatura e velocidade se ajustam automaticamente… integração entre máquina e linha da fábrica em tempo real.”
Por fim, destaca o principal ganho da participação:
“O maior ganho que considero nesta viagem é conhecimento. Só precisamos transformá-lo em resultados práticos.”
Daniel Teixeira — Diretor Industrial da NTC
Daniel destaca que o objetivo da viagem foi claro:
“conhecer as tendências do setor plástico, como fazemos tradicionalmente; e, de forma especial, apresentar uma nova visão aos colegas que foram comigo, para que pudessem ter contato direto com as novidades em automação, produtividade e tecnologias emergentes.”
Segundo ele, essa meta foi totalmente alcançada: “Ambos os objetivos foram plenamente atingidos.”
Entre os pontos que mais chamaram atenção da equipe, Daniel reforça que “praticamente todos os processos da cadeia de valor do plástico estão representados” e que o grupo pôde compreender as tendências que devem orientar os próximos anos, como ciclos de produção menores, redução de energia, maior uso de matéria-prima reciclada, automação elevada, integração de IA e processos cada vez mais conectados e autônomos.
Ao final, ele resume as principais lições que levam para a NTC:
“Produtividade não é mais vantagem, é questão de sobrevivência; sustentabilidade não é agenda paralela, é parte do negócio; tecnologia deixará de ser diferencial, passará a ser requisito básico; e o que realmente irá diferenciar as organizações serão os seus processos — e os processos só evoluem quando as pessoas evoluem.”
Altair de Oliveira — Coordenador de Produção (RS)
Altair destaca que a experiência trouxe uma visão clara sobre o nível de tecnologia disponível no setor. Para ele,
“é uma feira diferente da nossa realidade… por se tratar de uma exposição realizada há mais de 70 anos demonstra muita inovação e tecnologia do setor plástico.”
Ele observa que muitas das soluções vistas respondem diretamente aos desafios enfrentados no dia a dia:
“Percebe-se que para cada desafio no trabalho há uma solução pronta, principalmente na área de automação.”
Relacionando o aprendizado ao cenário atual do país, Altair reforça:
“Vivemos momentos de escassez de mão de obra, em virtude disso temos que melhorar nossos processos produtivos, nos tornando assim mais competitivos.”
Por fim, sintetiza sua principal intenção ao retornar:
“Vamos tentar aplicar o conhecimento adquirido na feira no nosso dia a dia, em alguns produtos, facilitando o trabalho e consequentemente gerando um maior retorno.”
Por que tudo isso importa para a NTC
Porque acreditar nas pessoas é acreditar no futuro.
E quando a NTC proporciona experiências como a K 2025 aos seus colaboradores, reforça que a inovação começa dentro da empresa — no desenvolvimento humano, no conhecimento compartilhado e na visão coletiva de crescimento.
A feira termina, mas o aprendizado permanece.
E seguirá guiando os próximos passos rumo a processos mais eficientes, tecnologias mais modernas e um futuro construído com excelência, responsabilidade e evolução contínua.
